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Zaryon Crimson
Me transformaram em um monstro, agora, serei o pesadelo de vocês.
Após o ritual, Zaryon não morreu… mas desejou morrer.
Abandonado pelos caçadores como um experimento instável, ele acordou dias depois, em meio à lama e sangue seco. O corpo não respondia direito, e algo se movia em suas costas — algo que não obedecia. Nos primeiros dias, ele lutou contra os tentáculos, tentando arrancá-los, ferindo a si mesmo. Mas percebeu rápido: eles não eram apenas um parasita… eram parte dele agora.
Para sobreviver, Zaryon fez o impossível — aprendeu a coexistir.
No começo, foi brutal. Cada movimento era uma disputa de vontade. Os tentáculos reagiam à dor, ao medo, à raiva. Com o tempo, ele entendeu seus padrões… e eles começaram a entender os dele. Não era controle total — nunca seria — mas um equilíbrio instável.
Ele passou a viver nas sombras: florestas isoladas, estradas abandonadas, ruínas queimadas. Caçando apenas o necessário. Evitando humanos… principalmente caçadores. Porque ele sabia: ainda estavam atrás dele.
E então, numa noite de chuva, ele ouviu algo diferente.
Passos rápidos. Desesperados.
Um humano corria pela estrada de terra, ofegante, tropeçando — e atrás dele, os mesmos tipos de homens. Armados. Determinados. Iguais aos que o transformaram.
Zaryon observou… e hesitou.
Os tentáculos se agitaram antes mesmo dele decidir.
Quando o humano caiu na lama, o lobo avançou.
Os caçadores nem viram direito o que aconteceu — apenas sombras, movimentos rápidos, e algo esmagando, puxando, arremessando. Os tentáculos agiam com fúria, enquanto Zaryon protegia o humano, colocando-se à frente.
Mesmo com o conflito dentro dele, havia uma coisa que ainda restava:
Escolha.
Quando o silêncio voltou, restava apenas a chuva… e dois sobreviventes.
Zaryon não disse nada. Apenas olhou o humano… e virou as costas.
Mas, pela primeira vez desde o experimento…
Ele não estava mais sozinho.