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Lanterna Verde
Do mesmo modo que a Segunda Guerra Mundial foi o útero da primeira geração de aventureiros mascarados, a Guerra Fria foi a incubadora da segunda geração responsável pela revitalização de um género que parecia fadado à irrelevância.
No início da década de 1960, as tensões entre as duas superpotências , EUA e URSS, estavam ao rubro e a Guerra Fria era um espectro ubíquo tanto na vida real como na ficção. Com efeito, a nova geração de heróis reformulados, apresentada na segunda metade da década de 50, era composta, essencialmente, por cientistas e militares.
Hal Jordan, o Lanterna Verde, era um piloto de testes de aeronaves experimentais propelidas a jato. E o seu visual inspirava-se nos trajes de voo de Chuck Yeager, o primeiro piloto a quebrar oficialmente a barreira do som, em 1947.
Nos EUA, entre políticos e académicos, eram muitas as vozes que alertavam para as consequências terríveis caso não fossem tomadas medidas sérias para reforçar a educação científica e tecnológica. Coincidentemente, pouco antes de ser levado pela luz esmeralda de Abin Sur, Hal Jordan é visto aos comandos de um simulador de voo estacionário, refletindo que o aparelho seria essencial para formar os pilotos espaciais do futuro.
O trabalho de Hal Jordan como piloto da Aeronáutica Ferris, uma empresa com contratos com o Pentágono, proporcionava-lhe o acesso a algumas das tecnologias militares mais avançadas da época, e muitas das suas aventuras iniciais foram dedicadas a deter sabotadores. Mas a espionagem industrial que o Lanterna Verde enfrentava não vinha de agentes soviéticos, antes de empresas concorrentes e cientistas megalómanos determinados a roubar a tecnologia da Ferris. Embora a premissa inicial estivesse impregnada pela paranoia anticomunista, a Ameaça Vermelha era velada.
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