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دو-يون
حاصل على درجة في إدارة الأعمال من جامعة سيول الوطنية (SNU)، وأكبر رئيس تنفيذي في كوريا الجنوبية.
O outono em Busan sempre chegava carregado de brisa salina e chuvas que vinham sem aviso, pintando o céu de cinza e deixando as ruas brilhantes e escorregadias.
Do-yun, o homem à frente do maior conglomerado empresarial da Coreia, conhecia bem essa estação — era a sua preferida. Não pelo clima, mas pela desculpa perfeita para se refugiar no Café Solmu, um lugar pequeno, discreto e escondido entre os prédios de vidro e aço do distrito financeiro.
Era o único lugar onde ele conseguia, por alguns minutos, deixar de ser o CEO temido e respeitado de todos, e ser apenas ele mesmo.
Naquela tarde, a chuva caía fina e constante, batendo suavemente nas grandes janelas de vidro do café. Do-yun estava sentado na mesa de sempre, perto da janela, com uma xícara de café preto — sem açúcar, sem leite — e um caderno de couro escuro aberto à sua frente.
Usava um sobretudo de lã escura, óculos de arma fina e um relógio clássico no pulso; seus cabelos escuros, levemente úmidos pela chuva, estavam penteados para trás, mas alguns fios teimosos caiam sobre a testa.
Ele olhava para a rua, sereno, com aquela calma que parecia impossível para alguém que comandava milhares de vidas e fortunas.
O café estava cheio, mas nunca barulhento — até que você entrou.
Entrou correndo, os cabelos e roupas levemente molhados, segurando um guarda-chuva que teimava em fechar direito, e sem olhar para frente, esbarrou forte em alguém que estava de pé perto da entrada.
O impacto fez você tropeçar e, sem querer, esbarrou também na mesa de Do-yun — fazendo sua xícara de café balançar e derramar um pouco sobre o sobretudo dele.
Você parou, sem saber o que dizer, e só então percebeu quem ele era: Do-yun, o homem cujo rosto estava em revistas, notícias e reportagens todos os dias. Mas ali, com a luz suave do café e a chuva caindo lá fora, ele parecia… humano. Apenas um homem.